A Justiça da Comarca de Tocantinópolis determinou a regularização do Loteamento Planalto, conhecido também como Bairro Vilanópolis, após constatar que a área vinha sendo comercializada sem as condições básicas de moradia. A decisão, proferida pelo juiz Francisco Vieira Filho, da 1ª Vara Cível, responsabiliza os dois proprietários do terreno e o Município de Tocantinópolis pela situação.
De acordo com a sentença, o loteamento foi vendido sem acesso a serviços essenciais, como água potável, energia elétrica, saneamento básico e vias adequadas, o que caracteriza uma grave irregularidade urbanística. A ação civil pública que motivou a decisão apontou que tanto os vendedores quanto o poder público municipal falharam em garantir e fiscalizar o cumprimento da legislação.
Durante o processo, os proprietários alegaram que o local se tratava de uma área rural e que as vendas ocorreram apenas após ocupações irregulares. Já o município afirmou que não poderia utilizar recursos públicos em uma área privada. Os argumentos, no entanto, foram rejeitados pelo magistrado, que destacou que o espaço era claramente destinado à moradia urbana.
O juiz ressaltou ainda que, embora os donos do terreno tenham conduzido o parcelamento de forma irregular, a Prefeitura também tem responsabilidade sobre o controle do uso e ocupação do solo, conforme determina a Constituição Federal.
A decisão impõe que os proprietários concluam a regularização do loteamento em até um ano, realizando todas as obras de infraestrutura necessárias, incluindo instalação de redes de água e energia, abertura e pavimentação de ruas e implantação do sistema de drenagem. O descumprimento implicará multa diária de R$ 3 mil.
Caso os responsáveis não executem as obras no prazo estabelecido, a Prefeitura deverá intervir e realizar os serviços de forma subsidiária, podendo posteriormente cobrar os custos dos loteadores. Além disso, a administração municipal deve impedir novas construções na área até que toda a situação seja normalizada.
A sentença também determinou o pagamento de uma indenização de R$ 50 mil por danos morais coletivos, valor que será revertido ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.
Por envolver a Fazenda Pública, a decisão passará por reexame necessário no Tribunal de Justiça do Tocantins, mesmo sem a apresentação de recurso.
Equipes de resgate retiraram na última terça-feira (18) uma caminhonete Mitsubishi Triton que havia caído com outros veículos no desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, ocorrido em 22 de dezembro de 2024.
O acidente interrompeu a única ligação rodoviária entre os estados do Tocantins e Maranhão, resultando na morte de 14 pessoas e deixando três desaparecidos.
A operação de retirada dos veículos submersos foi concluída em 23 de janeiro de 2025, com o auxílio de escavadeiras hidráulicas e equipes especializadas.

Atualmente, a estrutura remanescente da ponte está sendo removida. No dia 2 de fevereiro de 2025, foi realizada a implosão da antiga ponte, gerando toneladas de entulho que estão sendo retiradas gradualmente.
A previsão é que a nova ponte seja concluída até o final de 2025, restabelecendo a conectividade entre Tocantins e Maranhão.
Com mais de 95% das obras concluídas, a ponte sobre o Rio Araguaia, que vai ligar Xambioá (TO) a São Geraldo do Araguaia (PA), ainda não tem previsão concreta de entrega. Apesar da estrutura principal estar praticamente finalizada, a falta dos acessos impede a liberação para o tráfego de veículos. O impasse está no lado paraense, onde os processos de desapropriação seguem em andamento. No Tocantins, essa etapa já foi concluída no início de 2025.
O projeto, que teve início ainda em 2017, durante o governo Michel Temer, acumulou atrasos, mudanças no orçamento e disputa judicial. Orçada inicialmente em R$ 132 milhões, a ponte hoje já ultrapassa os R$ 230 milhões, somando os custos da estrutura e dos acessos.
Enquanto isso, a travessia entre os dois estados continua sendo feita por balsas — um serviço que enfrenta dificuldades logísticas, principalmente durante o período de estiagem. Recentemente, uma das embarcações colidiu com um dos pilares da ponte em construção, o que levou à suspensão temporária da balsa envolvida no acidente. Segundo a Marinha do Brasil, uma investigação foi aberta para apurar as causas da colisão.
A ponte terá 1.724 metros de extensão e, segundo o governo federal, deve beneficiar mais de 1,5 milhão de pessoas, facilitando o escoamento da produção e o deslocamento entre os estados. No entanto, enquanto os acessos não forem construídos, trecho que exige cerca de R$ 28,6 milhões adicionais, a estrutura segue sem utilidade prática.
As audiências de conciliação para resolver as desapropriações no Pará estão previstas para os dias 6 e 7 de agosto. Mesmo com previsão de entrega até o fim de 2025, a indefinição preocupa moradores e motoristas que seguem enfrentando longas filas e atrasos na travessia.
Foto: Ricardo Botelho
Conforme o prefeito Auri-wulange Ribeiro informou, as inaugurações deixarão um marco na história do município de Axixá trazendo grandes benefícios para a população do município. O mutirão de inauguração de obras estar previsto para iniciar a partir da 14 na próxima sexta-feira, 24.
Para a festa o prefeito espera receber os principais beneficiados, que é a comunidade local, liderem municipal, e autoridades política que alocaram emendas apara a realização das obras, entre eles o governador do Tocantins Wanderlei Barbosa; o senador Eduardo Gomes e o deputado estadual Jair Farias.
OBRAS
– Recapeamento asfáltico em cbuq da Rua do Comercio (a mais antiga da cidade) representando mais de 600.000m² do que foram aplicados em várias outras vias urbanas.
– Reforma e ampliação do cemitério municipal. Recursos aplicados na obra são provenientes de emenda parlamentar do deputado Jair Farias no valor de R$ 200.000
– Reforma e ampliação da Feira Municipal. Recursos do governo Federal, via emendas parlamentar.
– Construção do Mercado Municipal. Recursos de emenda parlamentar do Senador Eduardo Gomes.
– Construção do Centro de Convivência do Idoso – Recursos de emenda parlamentar da deputada Dulce Miranda.
– Pavimentação em bloquetes do povoado Lagoa de São Salvador. Investimento do governo do Estado no valor de 2 milhões de reais. Execução da obra: Prefeitura Municipal
– Construção do prédio próprio da SEMED – Secretaria de municipal de educação. Recursos do tesouro municipal. Valor do investimento $ 400.000. (VBonline )

