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Buscas por menina de 4 anos desaparecida no Rio Tocantins mobilizam bombeiros

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Equipes do Corpo de Bombeiros realizam buscas por uma menina de quatro anos que desapareceu nas águas do Rio Tocantins, em Tocantinópolis, no norte do estado. A criança estava acompanhada da mãe nas proximidades da segunda rampa da orla quando foi vista pela última vez, na tarde deste sábado (14).

De acordo com informações repassadas pelos bombeiros, a mãe contou que a filha se afastou por alguns instantes e acabou saindo do seu campo de visão.

Testemunhas relataram que uma pessoa teria sido vista dentro da água pedindo socorro, o que levantou a suspeita de afogamento, segundo a Polícia Militar. Familiares e moradores que estavam no local chegaram a entrar no rio na tentativa de encontrar a criança, mas não conseguiram alcançá-la por causa do nível elevado do rio e da forte correnteza.

Ainda na noite de sábado, bombeiros da cidade de Estreito (MA), que estavam próximos da área, realizaram mergulhos livres por volta das 18h no ponto indicado. No entanto, a menina não foi encontrada e os trabalhos precisaram ser interrompidos devido à baixa visibilidade durante a noite.

Na manhã deste domingo (15), uma equipe de mergulhadores do 2º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar, de Araguaína, foi enviada para reforçar as buscas em Tocantinópolis. A área permanece isolada pela Polícia Militar, que também acompanha a situação e presta apoio aos familiares da criança.

“Só queremos uma resposta”: Família de jovem que teria pulado de ponte em Imperatriz segue sem notícias

A angústia da família de Alisson da Cruz, desaparecido desde o dia 19 de junho de 2025, se intensifica com o passar dos dias. O carro do jovem foi encontrado abandonado nas proximidades da ponte Dom Afonso Felipe Gregory, em Imperatriz (MA), e testemunhas locais afirmam ter visto Alisson se jogando da estrutura. Apesar disso, o corpo ainda não foi localizado e as buscas seguem sem respostas concretas.

Desde o desaparecimento, familiares e amigos estão mobilizados, mas enfrentam dificuldades devido à ausência de mergulhadores especializados e à pouca atuação dos órgãos públicos. A falta de apoio tem levado os próprios parentes a realizarem buscas por conta própria, além de promoverem campanhas nas redes sociais em busca de apoio da população e das autoridades.

A família relata que procurou a imprensa local, mas foi informada de que o caso não seria noticiado por se tratar de um possível suicídio, uma decisão que gerou revolta entre os parentes, que acreditam que o desaparecimento precisa ser tratado com seriedade e visibilidade, independentemente das circunstâncias.

“Mesmo com relatos de testemunhas, o corpo do Alisson não foi encontrado. Precisamos de ajuda para pelo menos dar uma resposta à mãe, que chora todos os dias sem saber o paradeiro do filho”, diz o apelo publicado online.

Os familiares pedem que a população continue compartilhando as informações e pressionando as autoridades para que não deixem o caso cair no esquecimento. Informações sobre o paradeiro de Alisson ou qualquer dado relevante podem ser repassadas aos números: (99) 99145-1402 ou (99) 99190-3046.

Relato compartilhado nas redes sociais