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Mulher procurada por crime de estupro de vulnerável é presa na zona rural de Natividade

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identificada pelas iniciais E.B.S., foi presa nesta semana na zona rural de Natividade, no sudeste do Tocantins/ Foto: DICOM SSP TO

Uma mulher de 34 anos, identificada pelas iniciais E.B.S., foi presa na zona rural de Natividade, no sudeste do Tocantins. Ela estava foragida da Justiça do Pará e é investigada por envolvimento em um caso de estupro de vulnerável, ocorrido na Comarca de Mãe do Rio. A prisão foi resultado de uma operação conjunta da Polícia Civil do Tocantins, por meio da 98ª Delegacia de Natividade, com apoio da 100ª Delegacia de Almas e da Polícia Civil paraense.

De acordo com o delegado Welson Antonio da Rocha, responsável pela 98ª DP e pela coordenação das diligências, a ação teve início após troca de informações entre as equipes dos dois estados. Um investigador da 100ª DP de Almas recebeu o alerta da Polícia Civil do Pará sobre a possível localização da mulher em uma área rural de Natividade.

A partir dessas informações, as equipes iniciaram buscas na região até identificarem o local onde a mulher estava escondida. Após a confirmação da identidade, os policiais cumpriram o mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça paraense.

Entenda o caso

O crime investigado aconteceu quando a vítima tinha 11 anos. Segundo a Polícia Civil, os abusos eram cometidos pelo padrasto da criança, que já está preso no Pará. As investigações apontam que a mãe tinha conhecimento dos fatos e não tomou medidas para impedir os crimes. Atualmente, a jovem tem 17 anos.

Após a prisão, a mulher foi encaminhada para a 14ª Central de Atendimento da Polícia Civil em Dianópolis. Ela passou pelos procedimentos legais e será transferida para uma unidade prisional feminina no Tocantins, onde aguardará as determinações da Justiça do Pará.

O delegado Welson Rocha destacou a importância da integração entre as instituições. “A cooperação entre as equipes dos dois estados foi determinante para localizar e capturar a investigada. Esse trabalho conjunto reforça o compromisso da Polícia Civil no combate aos crimes contra crianças e adolescentes”, afirmou.

Daiane Silva, 24 anos, é jornalista tocantinense e augustinopolina de berço. Já trabalhou em rádio e fez assessoria política nas eleições municipais de 2024. Apaixonada por livros-reportagem e inspirada no trabalho de Roberto Cabrini, sonha em seguir no jornalismo investigativo. Também pretende se aprofundar em Ciência Política para entender ainda mais sobre o cenário político e social.

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