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Uísques falsificados e cachaça irregular são encontrados em operação no sudeste do estado

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Fábricas clandestinas de destilados são fechadas após fiscalização no TO/ Foto: Mapa/ Divulgação

Uma operação realizada no município de Combinado, no sudeste do Tocantins, resultou na apreensão de cerca de 11 mil litros de cachaça e outros destilados produzidos sem autorização. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a ação também levou ao fechamento de duas unidades de produção clandestinas, além da fiscalização de três distribuidoras e um depósito que comercializavam bebidas falsificadas, incluindo uísques.

Durante a operação, equipes encontraram garrafas plásticas contendo bebidas prontas para venda, tambores usados para armazenamento e um alambique utilizado no processo de destilação. As estruturas funcionavam sem qualquer tipo de controle sanitário ou registro.

A operação foi realizada depois que agentes da 107ª Delegacia de Polícia Civil passaram a investigar a circulação de bebidas suspeitas no comércio local. Na manhã de sexta-feira (7), fiscais e policiais vistoriaram os estabelecimentos e confirmaram que os produtos não tinham registro no Mapa nem autorização de outros órgãos fiscalizadores.

Três distribuidoras e um depósito foram fiscalizados por comercializarem bebidas, incluindo uísques falsificados — Foto: Mapa/ Divulgação
Cachaça e destilados sem registro são apreendidos em ação conjunta no Tocantins/ Foto: Mapa_Divulgação

Segundo a delegada responsável pela operação, Vanusa Regina de Carvalho, além da irregularidade documental, existe preocupação com o risco à saúde pública. Amostras foram recolhidas e serão submetidas a análises periciais para verificar a presença de substâncias perigosas, como o metanol.

O Tocantins, até agora, não registrou casos confirmados de intoxicação por consumo de bebidas adulteradas, mas uma suspeita foi investigada no mês passado.

As investigações continuam para identificar todos os responsáveis e a rota de distribuição das bebidas irregulares.

Daiane Silva, 24 anos, é jornalista tocantinense e augustinopolina de berço. Já trabalhou em rádio e fez assessoria política nas eleições municipais de 2024. Apaixonada por livros-reportagem e inspirada no trabalho de Roberto Cabrini, sonha em seguir no jornalismo investigativo. Também pretende se aprofundar em Ciência Política para entender ainda mais sobre o cenário político e social.

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